A assembleia presencial é o formato mais antigo e, por isso mesmo, o que mais se convoca no piloto automático. O texto é reaproveitado do ano anterior, alguém troca a data e a ordem do dia, e segue. É assim que erram endereço, sala e instrução de habilitação.
O gargalo costuma ser o credenciamento. Acionista que chega sem documento completo, procuração com poderes insuficientes, representante de investidor estrangeiro sem a cadeia de representação. Quanto mais explícito o edital for sobre o que é necessário, menos discussão acontece na porta.
Vale também dimensionar a estrutura para o quórum esperado: mesa, lista de presença, apuração e registro. Assembleia presencial não tem log de sistema; o que não for registrado em ata e na lista de presença não existe depois.
Ajuste ao estatuto e à ordem do dia da sua companhia e confira a coerência com os demais documentos do pacote de convocação. Se a companhia quiser abrir participação a distância mantendo o local físico, o caminho é o modelo híbrido.